A Radio RENOVA foi fundada, em 2020, com o apoio do Grupo Renova de Floriano, Piauí. É um grupo de Direita, conservador, sério, pregando a fortificação da família e o amor de Deus. E que tem o objetivo de tirar da política políticos corruptos e sem capacidade de governar Floriano.

Ser de direita é defender a diminuição da participação do Estado na sociedade como forma de reduzir a corrupção, garantir a liberdade individual e promover o desenvolvimento econômico.

O conceito de direita "varia entre sociedades, épocas históricas, sistemas políticos e ideologias"[17]. De acordo com o The Concise Oxford Dictionary of Politics, nas democracias liberais, a direita política se opõe ao socialismo e à social-democracia. Os partidos de direita incluem conservadores, democratas-cristãos, liberais e nacionalistas[18], e os da extrema-direita incluem nacional-socialistas e fascistas.[18]

Houve críticas consideráveis sobre a redução da política num simples eixo esquerda-direita. Friedrich Hayek sugere que é errado ver o espectro político como uma linha, com os socialistas à esquerda, os conservadores à direita e os liberais no meio. Ele posiciona cada grupo, no canto de um triângulo[19].

Eatwell e O'Sullivan dividem a Direita em cinco tipos: 'reacionária', 'moderada', 'radical', 'extrema', e 'nova'[20]. Cada um destes "estilos de pensamento" são vistos como "respostas para a esquerda", incluindo tanto o liberalismo e o socialismo, que surgiram desde a Revolução Francesa de 1789.[21]

  • A "direita reacionária" olha para o passado e é "aristocrática, religiosa e autoritária".[21]
  • A "direita moderada" é tipificada pelos escritos de Edmund Burke. É tolerante à mudança, desde que seja gradual e aceita alguns aspectos do liberalismo, incluindo o Estado de direito e o capitalismo, embora veja o radical laissez-faire e o individualismo como prejudiciais para a sociedade. Muitas vezes, promove políticas de assistência social e nacionalismo.[22]
  • A "direita radical" é um termo desenvolvido depois da Segunda Guerra Mundial para descrever grupos tão diferentes como macartismo, a John Birch Society, o Republikaner Parte na Alemanha Ocidental, e assim por diante. Eatwell salienta que esse uso tem "grandes problemas tipológicos" e que o termo "também tem sido aplicado a evoluções claramente democráticas",[23] incluindo o populismo de direita e vários outros subtipos.[24]
  • A "extrema-direita" tem 4 características de acordo com Roger Eatwell: "1) antidemocracia, 2) nacionalismo, 3) racismo; 4) estado forte". Ele acrescenta que a violência agora não é mais uma característica.[25]
  • A "nova direita" consiste dos conservadores liberais, que enfatizam um governo pequeno, mercados livres e a iniciativa individual.[26]

O cientista político francês René Rémond propôs (em Les Droites en France)[27], sobretudo a pensar no seu país, uma classificação tripartida:

Jaime Nogueira Pinto sugere uma divisão entre "direita conservadora" e "direita revolucionária": a primeira (exemplos: o conservadorismo anglo-saxônico, a democracia-cristã europeia, grande parte das antigas ditaduras militares sul-americanas) defende a preservação de valores intemporais (fruto da revelação religiosa ou da consagração pela história) e equilíbrios sociais contra a ideia de ser possível criar uma sociedade melhor a partir de projetos teóricos e racionalistas; já a segunda (exemplos: bonapartismo, boulangismo, fascismo, peronismo, nasserismo) orienta-se por projetos de transformação social (ainda que distinto dos da esquerda), frequentemente de conteúdo nacionalista, interclassista e caudilhista.[28]

Outros autores fazem uma distinção entre a centro-direita e a extrema-direita.[29] Partidos da centro-direita em geral apoiam a democracia liberal, o capitalismo, a economia de mercado (embora possam aceitar a regulamentação do governo para controlar monopólios), os direitos a propriedade privada e um estado de bem-estar público limitado (p. ex., o fornecimento pelo governo de educação e assistência médica). Eles apoiam o conservadorismo, e o liberalismo econômico, e opõem-se ao socialismo, e ao comunismo. O termo extrema-direita, pelo contrário, é usado para descrever aqueles que são a favor de um governo absolutista, que usa o poder do Estado para apoiar um grupo étnico ou religião dominante e assim criminalizar outras etnias ou religiões.[30][31][32][33][34] Exemplos típicos de líderes a quem o rótulo extrema-direita é freqüentemente aplicado são Francisco Franco, na Espanha, e Augusto Pinochet, no Chile.[35][36][37][38][39]

A respeito da diversidade de posições consideradas de direita, o conservador norte-americano Thomas Sowell considera que:

"Aquilo a que se chama Direita são simplesmente os vários e distintos oponentes da Esquerda. Esses oponentes da Esquerda podem não partilhar nenhum princípio específico, muito menos um programa comum, e podem ir desde libertários defensores do mercado livre a até defensores da monarquia, da teocracia, da ditadura militar, ou outros inumeráveis princípios, sistemas ou agendas".[40]

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